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INSTITUCIONAL: Vânila Cardoso fala de solução integrada de conflitos e equipe do IluMinas apresenta o Laboratório em evento sobre inovação

As características dos Centros de Inteligências (CIs) foram um dos pontos destacados pela diretora do foro da Seção Judiciária de Minas Gerais (SJMG), juíza federal Vânila Cardoso de Moraes, em palestra realizada nessa quinta-feira, 10 de junho, no quarto dia de programação do 1º Encontro Nacional de Laboratórios de Inovação do Poder Judiciário (E-Labs). A magistrada participou do painel sobre Laboratórios e Centros de Inteligência e falou do sentimento de ter participado, desde as primeiras ideias, da criação dos Centros de Inteligência, há 10 anos. “É emocionante falar dos Centros de Inteligências, interligá-los aos Laboratórios de Inovação e perceber servidores e magistrados debruçados na busca de soluções para a Justiça”, destacou a diretora do foro da SJMG. Vânila definiu os Centros de Inteligência como um espaço institucional, em que é possível trabalhar com gestão processual a partir do olhar diferenciado do Judiciário, em uma análise inpidual das lides, e perceber o conflito de forma horizontal, analisando as questões que originam excesso de demanda. De acordo com a juíza federal, o resultado da atuação dos CIs é exponencial, pois há, no Centro de Inteligência, a cooperação e o diálogo entre as instâncias. Segundo ela, essa atuação é baseada em um tripé que une prevenção de demandas, monitoramento e gestão de precedentes. “Os primeiro e segundo graus, junto com o STF e o STJ, interagem para resolver aquele conflito sem necessidade do espaço jurisdicional. O Centro de Inteligência consegue visualizar problemas muito antes de eles se tornarem lides. Promovem o acesso à Justiça”, afirmou Vânila Cardoso. Ao falar da relação dos CIs com os Laboratórios de Inovação, dinâmica que deu origem à criação do Laboratório de Inovação da Justiça Federal de Minas Gerais (IluMinas), a magistrada destacou a irmandade entre os dois. “Os centros de Inteligência e os Laboratórios de Inovação conseguem abarcar exatamente a atividade fim e a atividade meio com foco no usuário, no ser humano”, declarou. Vânila finalizou sua fala enaltecendo a atuação dos Centros de Inteligência e dos Laboratórios de Inovação durante a pandemia. “Contar com essa atuação nesse momento de pandemia foi algo muito especial, pois fomos incentivados a melhorar os nossos serviços públicos e, inclusive, temos a possibilidade de vivenciar uma mudança cultural nesse momento de inovação de forma efetiva e eficiente”, concluiu. IluMinas – Em outro painel, a coordenadora e o vice-coordenador do IluMinas, Jacqueline Braga Pelucci e José Fernando Barros e Silva, servidores da SJMG, falaram dos desafios para implantação do Laboratório. De acordo com Jacqueline, a proposta partiu da diretora do foro da SJMG, juíza federal Vânila Cardoso, e o principal desafio foi sobre aprender a conduzir um laboratório de inovação e fazê-lo funcionar. Para isso, a SJMG, em parceria com a Justiça Federal de São Paulo, realizou um curso de capacitação com cerca de 300 participantes que resultou na formação de 35 laboratoristas. “Foi um grande desafio, mas, antes mesmo da inauguração do IluMinas, nós já começamos a trabalhar de forma virtual e iniciamos a elaboração de projetos para desenvolvimento de protótipos da Central de Inteligência, Segurança e Transporte do TRF1, com foco no aprimoramento dos estudos de inteligência contra possíveis ameaças à Justiça Federal e transporte oficial mais prático e eficiente. Também criamos um protótipo para não impressão de mandados de intimação chamado de diligência sustentável, além de um protótipo para o TRF1 com o objetivo de aprimorar as demandas repetitivas. E vamos fortalecer essa rede, pois temos muitas coisas boas para criar ainda”, explicou Jacqueline. O vice-coordenador do IluMinas, José Fernando Barros e Silva, apresentou um vídeo com o histórico de criação do Laboratório e falou de projetos desenvolvidos pelo IluMinas após a inauguração. Uma dessas iniciativas foram as Oficinas de Atermação, para tratar dos problemas regionais do jurisdicionados que pretendem solicitar atendimento à Justiça Federal. “Além dessas oficinas que renderam bons frutos, os laboratoristas do IluMinas já participaram de vários encontros com outros integrantes de laboratórios de Inovação de todo Brasil. A ideia é continuar com essa rede de inovação por todo o País”, finalizou José Fernando. O 1º Encontro Nacional de Laboratórios de Inovação do Poder Judiciário acontece até esta sexta-feira, 11 de junho, e é uma parceria entre o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), o Superior Tribunal de Justiça (STJ), o Tribunal Regional Federal da 3¿ Região (TRF3) e a empresa de inovação Judiciário Exponencial. As palestras são on-line com transmissão ao vivo pelo canal no YouTube do Judiciário Exponencial, no qual as apresentações ficam disponíveis para serem assistidas novamente. APS/LS Assessoria de Comunicação Social Tribunal Regional Federal da 1ª Região  
11/06/2021 (00:00)
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